AIDS: é hora de reforçar a conscientização

Neste domingo, 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. E como você deve ter notado, quase não vemos mais aquela avalanche de campanhas de conscientização e reportagens sobre o tema.

Isso por dois motivos: primeiro porque houve avanços científicos e hoje os medicamentos conseguem prolongar a vida do paciente com a doença.

Além disso, o número de novas pessoas infectadas pelo vírus teve uma queda acentuada desde o pico da doença, em 1997.


ERRO FATAL

O problema é que por mais que tenha havido avanços para conter a doença e trazer mais qualidade de vida aos pacientes, a AIDS ainda NÃO TEM CURA.

E o pior – esse relaxamento nas ações de conscientização fez com que aumentasse o número de casos da doença entre brasileiros de 15 a 39 anos e entre os idosos, em que o aumento dos casos foi mais expressivo (o percentual de pessoas com mais de 65 com o vírus HIV cresceu mais de 100% nos últimos dez anos).

Os números gerais da AIDS no mundo reforçam ainda o fato de precisarmos voltar a falar do assunto com urgência, pois há 37,9 milhões de pessoas com o HIV, sendo que só em 2018, 770.000 morreram em decorrência das doenças advindas com a AIDS.


PREVENÇÃO!

Se algumas doenças são fatalidades inesperadas por não haver formas de prevenção, com a AIDS a história pode ser diferente, pois a forma de contágio, bem como as maneiras de se prevenir, são muito bem conhecidas.

Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão do HIV acontece das seguintes formas abaixo.

> Sexo vaginal sem camisinha.

> Sexo anal sem camisinha.

> Sexo oral sem camisinha.

> Uso de seringa por mais de uma pessoa.

> Transfusão de sangue contaminado.

> Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação.

> Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Como você pode perceber, o uso de preservativos é um dos itens básicos mais importantes para a prevenção da doença. É importante lembrar que além da AIDS outras doenças são prevenidas com uso de preservativos.

Além disso, saber o quanto antes que o paciente tem o HIV é fundamental para aumentar a expectativa e a qualidade de vida. O diagnóstico pode ser feito por meio de exames laboratoriais e pelos testes rápidos, que trazem o diagnóstico em 30 minutos aproximadamente. Os testes são gratuitos e realizados nas unidades de saúde.


FAÇA SUA PARTE

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