Uma luz para os trabalhadores que sofrem de Fibromialgia

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Uma boa notícia para os trabalhadores que sofrem de fibromialgia. Está em tramitação no Congresso um projeto para tornar a fibromialgia uma “doença crônica” e inclui-la no rol de doenças que dispensam o cumprimento daquele período de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez.

A iniciativa partiu de uma sugestão popular, e após passar pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, ganhou algumas emendas e se transformou em projeto de lei. Para acompanhar o andamento do projeto e inclusive dar sua opinião a respeito, CLIQUE AQUI.

Atualmente, existe uma lista de doenças crônicas que têm esse privilégio, são elas: Tuberculose ativa – Hanseníase – Alienação mental – Neoplasia maligna – Cegueira – Paralisia irreversível e incapacitante – Cardiopatia grave – Doença de Parkinson – Espondiloartrose anquilosante – Nefropatia grave – Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante) – AIDS – Contaminação por radiação com base em conclusão da medicina especializada – Hepatopatia grave.

Essas doenças dispensam o segurado do regime geral de previdência a cumprir a carência normalmente exigida para a concessão da aposentadoria. Caso o projeto de lei seja aprovado, a fibromialgia também fará parte dessa lista.

O QUE É A FIBROMIALGIA: É uma síndrome que traz ao paciente dor no corpo todo, principalmente muscular (em 11 pontos, de 18 que estão pré-estabelecidos). O diagnóstico é feito por meio de exame clínico – não há exames de sangue específicos para essa doença.

COMO AGE A DOENÇA: O cérebro dos pacientes com fibromialgia recebe os estímulos e os interpreta de uma maneira “equivocada”. Por isso, um simples aperto de mão mais forte ou mesmo toques pelo corpo pode desencadear a dor.

QUAIS OS SINTOMAS DA FIBROMIALGIA: Além das dores musculares, o paciente apresenta muito sono, cansaço e até outros sintomas que podem estar relacionados, como alterações da memória, dificuldade de concentração e depressão (atinge metade das pessoas com fibromialgia).

QUAIS AS CAUSAS: Ainda não existe uma causa conhecida para a doença. Mas o fato é que a fibromialgia atinge de 2 a 10% da população mundial, sendo mais comum entre mulheres de 20 a 60 (proporção de sete mulheres para cada homem).

QUAL O TRATAMENTO: como não existe um remédio específico para a doença, o tratamento é feito para eliminar ou minimizar as dores e varia conforme a intensidade e o nível da doença – pode incluir a prática de atividades físicas específicas e uso de medicamentos que pode ser desde relaxantes musculares a antidepressivos.

SAIBA MAIS: Se quiser saber mais sobre a fibromialgia, acesse AQUI o site do Ministério da Saúde.

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