Dorsalgia: mais de 12mil afastamentos no ano

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Dores nas costas são muito mais comuns do que se imagina – tanto que cerca de 80% da população mundial tem ou terá, em determinado momento da vida, algum tipo da chamada dorsalgia.

É claro que a maioria das vezes o problema não é incapacitante, ou seja, são episódios de curta duração que não comprometem tanto a qualidade de vida e não geram afastamentos.

Outros casos, porém, são mais graves e acabam trazendo grande desconforto, comprometendo o dia a dia e tornando a pessoa incapacitada inclusive para o trabalho.

 

Dor nas costas está entre as principais causas de afastamentos

A dorsalgia – ou dor nas costas como é popularmente conhecida, foi responsável por mais de 12mil afastamentos no ano passado. Esses números colocam a doença entre as cinco principais causas de afastamentos do trabalho por mais de 15 dias.

Em alguns estados do país, no entanto, a dor nas costas ocupa o primeiro lugar dentre as doenças que mais causam afastamentos, segundo dados do Ministério do Trabalho.

 

Causas da dorsalgia no ambiente de trabalho

Dentre as causas mais comuns para o surgimento – ou então para o agravamento de doenças já existentes, estão as atividades em que o funcionário fica muito tempo na mesma posição (veja vídeo explicativo abaixo) e aquelas em que envolvem o transporte manual de cargas.

Fabio Tanaka Ribeiro, que é fisioterapeuta e quiropraxista, explica que muitas vezes faltam ações de orientação junto ao funcionário, e que se isso fosse adotado, muitos problemas nas costas poderiam ser evitados.

“Muitas vezes a questão não está na tarefa em si, mas na forma como ela é executada. Por exemplo, um funcionário que levanta continuamente cargas na posição errada ou girando o corpo nos calcanhares, é com certeza um sério candidato a sofrer algum tipo de lesão nas costas”, explica o fisioterapeuta.

Aliás, nos casos onde há atividades que envolvam o levantamento de cargas, o próprio Ministério do Trabalho, por meio da NR17, estabelece uma série de critérios – um deles é a necessidade de as empresas ministrarem treinamentos ou instruções quanto aos métodos de trabalho. CLIQUE para acessar a NR17.

O fisioterapeuta ensina, ainda, que no caso daqueles que trabalham muito tempo na mesma posição, como à frente do computador ou em pé em linhas de produção, pequenas pausas para alongamentos e mudanças de postura ao longo da carga horária são de extrema importância para se evitar problemas.

A NR17, no item 17.3.2, também estabelece as regras para este tipo de tarefa. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas ou escrivaninhas devem proporcionar condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos:

a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento;

b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador;

c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais.

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ANÁLISE ERGONÔMICA

Diante da gravidade do problema para a saúde e bem-estar do funcionário, e também para que a empresa não venha a ter prejuízos jurídicos ou afastamento de pessoal, é necessária uma análise das atividades laborais por um profissional especializado.

Depois desta análise criteriosa do ambiente de trabalho e das tarefas executadas, será apresentado um Laudo Técnico com os apontamentos das melhorias necessárias – tanto no ambiente como nos processos, para melhorar a qualidade de vida dos funcionários, prevenir doenças laborais (como as dorsalgias) e também para cumprimento das normas técnicas e leis trabalhistas.

Entre em contato com a Vértice Medicina do Trabalho para saber mais sobre o Laudo de Análise Laboral e solicite um orçamento sem compromisso.

 

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